Em Arquitetura do Êxtase, o ato de secar-se torna-se um ritual de presença. O foco detalhado nas pernas, o contraste dos pelos com o brilho da água ainda recente, e o movimento da toalha que rompe a superfície, criam um registro tátil. O ambiente do Santuário em Florianópolis, com suas lajotas escuras e molhadas, atua como um plano de fundo que absorve a luz e destaca a vitalidade do corpo. É uma obra que não apenas retrata uma anatomia, mas a conexão visceral entre o homem, o cuidado consigo mesmo e o território onde esse cuidado se torna arte.
Florianópolis, 2024
Tiragem: 1/1 (Obra Única e Irreplicável)
Especificações Técnicas: